![]() ano 1 número 6 / setembro 2008 |
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:: Raquel Goulart Barreto :: < Editorial > O número 6 do nosso jornal entra na rede (www) e nos nossos enredamentos, no melhor sentido da palavra. Entra nas redes que construímos cotidianamente, tecidas por temas que nos desafiam como professores. Pretende virar conversa longa, dessas que se desdobram sem tempo definido, misturando os fios das dúvidas, das questões, dos encaminhamentos, das práticas, dos desejos, das invenções... Como novidade, traz um vídeo. Produzido na escola, coloca em movimento não apenas imagens, mas possibilidades forjadas a partir do questionamento do(s) sentido(s) de ensinar e aprender conteúdos específicos, considerando a amplitude dos espaços a serem construídos. Também traz textos que falam de parâmetros e exigências, das escolas que vemos (vivemos) e das que queremos, da “angústia” como elo e como fundação de novas construções, dos modos como as tecnologias têm entrado e podem vir a entrar na vida nas/das escolas, dos sentidos das apropriações que fazemos de propostas que, não tendo sido produzidas na educação, podem ser incorporadas para instaurar diferenças qualitativas nos processos de ensinar e aprender. Traz, em síntese, um conjunto de reflexões acerca de situações que, variadas, têm em comum o fato de nos dizerem respeito muito proximamente, tocando em dimensões importantes do nosso trabalho. Assim, como convite a novas conversas, traz fios que podem tecer outros textos... Daí a epígrafe que “encerra” este Editorial. É uma definição poética de Mário Quintana: As reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho... . . . . . . . . . . .
√ Raquel Goulart Barreto: Doutora em Educação pela UFRJ; Professora do ProPEd/UERJ. |